3 de fevereiro de 2010

Eu e ele!

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Em breve minha vidaa

VIDA DE ESPOSA




Acorda, levanta, ajoelha e ora.

Louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora.

Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.

Glorifica, evangeliza , unge, visita, compreende e perdoa.

Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.

Acalenta, socorre, profetiza, peleja, vence e agradece.

Santifica, ouve e cala.

Dá, recebe, restaura, triunfa, edifica, sente e fala.



VIDA DE ESPOSA....



Olha o relógio...Já está atrasada para outra reunião!

Se seu esposo não tem carro, pega um ônibus apertado.

Acompanha seu esposo ao hospital, presídio, velório, seja onde for em busca da ovelha perdida, pois ela é uma Esposa...

Seu corpo cansado aguarda a hora de ir para a cama.

E quando isso acontece, logo o telefone toca e logo seu esposo vai.

Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado...

É a ovelha aflita que precisa de cuidado.

E lá se vai seu esposo...levando consolo ao coração aflito.

Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.

É a dor que se transforma na alegria da compensação por ter sido escolhida para tão sublime missão.

A vida de pastor

VIDA DE PASTOR


Ele acorda, levanta, ajoelha e ora,

louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora.

Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.

Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa.



Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.

Acalenta, socorre, profetiza,

peleja, vence e agradece.

Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura,

triunfa, edifica, sente e fala.



Vida de pastor....

Olha o relógio, já está atrasado!

Se não tem carro, pega um ônibus apertado,

Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for

em busca da ovelha perdida,

pois ele é um pastor...

Seu corpo cansado aguarda

a hora de ir para a cama.

E quando isso acontece, logo o telefone chama.

Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado;

é a ovelha aflita que precisa de cuidado.



E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito.

Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.

É a dor que se transforma na alegria da compensação

por ter sido escolhido

para tão sublime missão.

É tarde quando volta para casa,

e neste momento a esposa diz:

“Hoje é o nosso aniversário de casamento”.

O clima de festa, a mesa arrumada...

mas a comida esfriou...e sem jeito diz:

perdoa, meu amor, esta é a vida de pastor

WANDERSON

                                                  TE GOSTO MUITO!!!

A diferença entre o CRENTE e o DISCIPULO

. O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.


O crente luta por crescer; o discípulo para se reproduzir.

O crente ganha-se; o discípulo faz-se.

O crente depende do carinho da igreja; o discípulo está determinado a servir a Deus.

O crente gosta de elogios; o discípulo exerce sacrifício vivo.

O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida a Deus.

O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um trabalhador incansável.

O crente precisa ser estimulado, o discípulo procura estimular os outros.

O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo assume responsabilidades.

O crente reclama das condições, murmura do que vê; o discípulo obedece, aceita e nega-se a si mesmo.

O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para melhor exercer a sua fé.

O crente resmunga e exige uma visita; o discípulo visita os enfermos e necessitados.

O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.

O crente senta-se para adorar; o discípulo vive adorando.

O crente é a habitação do Espírito Santo: o discípulo, vive a vontade do Espírito, que habita em si.

O crente vale na igreja porque soma; o discípulo vale porque multiplica.

O crente é muitas vezes transformado pelo mundo; o discípulo transforma a sua vida para que o mundo nunca o transforme.

O crente destaca-se com ideias sobre as melhorias no templo; o discípulo destaca-se pela vontade de edificação da igreja.

Os crentes são soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.

O crente cuida da sua tenda; o discípulo desbrava e amplia o seu território.

O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo empenha-se, com zelo, pela edificação dos salvos.

A meta do crente é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.

O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque possui a genuína alegria de Deus.

O crente espera um avivamento; o discípulo ora por ele e trabalha para alcançá-lo.

O crente agoniza e desfalece com facilidade; o discípulo chora, quebranta-se, mas depois se levanta renovado, para dar amor e conforto aos outros.

Ao crente promete-se uma almofada; o discípulo tem uma cruz.

O crente é associado da igreja local; o discípulo é servo do Deus Altíssimo.

O crente cai facilmente nas ciladas do diabo; o discípulo afasta-as de si, não se deixando confundir.

O crente responde: Talvez!; O discípulo: Eis-me aqui!

O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.

O crente retira-se ou deixa a sua congregação quando é incomodado; o discípulo, quando incomodado, humilha-se e espera no Senhor.

O crente muda de igreja, conforme sinta frio ou calor; o discípulo agrega “os frios” para sentirem o calor da comunhão.

O crente valoriza os irmãos que congregam em outros locais; o discípulo valoriza todos os irmãos, mas, em primeiro lugar aqueles que com ele são o edifício da igreja local.

O crente reúne-se para ouvir a Palavra do Senhor; o discípulo reúne-se, não só para ouvi-la, como também para praticá-la.

O crente satisfaz-se com a salvação adquirida; o discípulo vive agradecido pela salvação, cumprindo, agora, com os mandamentos do Senhor.

O crente sente monotonia na adoração; o discípulo alegra-se e rejubila com a ceia do Senhor.

O crente espera que alguém lhe interprete as Escrituras; o discípulo conhece a voz do seu Senhor.

O crente aconselha-se a si mesmo, ou pede conselho aos familiares pra tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, medita na Palavra e, pela fé, espera a resposta de Deus, e então decide-se.

O crente espera que o mundo melhore e ora pela paz no mundo; o discípulo sabe que não pertence a este mundo e aguarda ansioso pelo encontro com o Seu Mestre, orando para que muitas almas também encontrem a paz de Deus.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010


Separação de Amigas













Olá D. Vivi,





Hoje tentei ligar para a senhora muitas vezes mas a chamada não completava, queria ouvir a voz da senhora.





O que eu queria dizer é que para mim hoje não é um dia especial, todos os dias são especiais desde que Jesus me aceitou, perdida sem razão de viver, pecadora...





Mas Ele é tão maravilhoso que coloca pessoas em nossa jornada, e me recuerdo do primeiro dia em que nos falamos, devo confessar que a senhora me incomodou muito, talvez as pessoas quando a conhecem lhe digam logo que a amam, mas se a senhora tentar se lembrar daquele dia verá que eu não disse isso, fiquei calada só observando.





Eu estava sozinha no "meu canto" acompanhada das minhas amigas, a senhora sabe que elas eram? A timidez, a vergonha e a falta de criatividade.





Aonde eu ia me acompanhavam, e o mais curioso ou devo dizer triste é que quando eu era Obreira fugia delas e não aceitava nada que delas viesse.





Meu marido não gostava delas e já tinha perdido a admiração por mim, não conseguia fazer outras amizades porque já estava cercada por elas.





De repente entra a senhora com tanta intensidade, e quando digo que a senhora me incomodou é porquê, quando se tem essas três pestinhas como amiga, tudo o que é novo, todo desafio não faz parte da vida da pessoa.





Deus já vinha falando comigo, mas creio que Ele usou a senhora para me desafiar e foi aí que Ele encontrou espaço, para que eu pudesse fazer a minha parte.





Nunca mais vou me esquecer daquele dia, porque desde então eu comecei a mudar.





Não preciso desejar um Feliz Aniversário, porque sei que a senhora age para que todos os dias sejam felizes e diferentes.





Queria poder lhe dar um abraço bem apertado e dizer olhando nos seus olhos o quanto eu a amo, a senhora é um presente de Deus na minha vida. Espero ter demonstrado enquanto estive ao seu lado e hoje a cada dia estou colocando em pratica o que aprendi.





Estou na total dependência de Deus, sempre aos pés dEle, e uma coisa hoje eu faço ando de braços dados com a coragem, a ousadia e buscando a inovação.





Essa é uma declaração que não podia deixar de fazer!





Com amor, Sarinha.

Postado por Viviane às Sexta-feira, Janeiro 22, 2010 7 comentários

Marcadores: amizade, creatividade, timidez, vergonha

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Será que Ele me Ama?







Quantas não foram as vezes que nos iludimos! Dizemos que estamos amando a pessoa, mas na verdade nutrimos sentimentos que não trazem nenhuma renúncia. Para falar sobre esse tema, não poderia falar de algo Teórico, ou simplesmente de ensinamentos que recebi.





Eu mesma, posso falar sobre isso! É algo que vivi. Eu me casei apaixonada e certa de que já estava amando! Tinha plena certeza que ele era para mim, e era mesmo! Porém tive que aprender a amar. Eu posso hoje diferenciar o amor da paixão.





Casei e trouxe para dentro do meu lar aquela ilusão de que amava. Mas depois, com a convivência, descobri os erros dele, que antes estavam ocultos, enquanto éramos apenas namorados e noivos. Descobri também os meus erros, que antes ao meu ponto de vista, não existiam!





Descobri a realidade da vida. Era muito imatura.





-----Eu era possessiva com o meu marido, ao ponto de não deixá-lo respirar.------





Queria controlar e saber o que ele estava pensando, pois me sentia muito insegura.





O que acontecia?





Chorava muito porque sentia que ele não me compreendia. Não sabia como mudar aquela situação. Eu tinha apenas 17 anos e ele foi o meu primeiro e único homem e somente nos conhecemos intimamente depois que nos casamos. Pensava que não era “mulher suficiente” para ele. Ele era “muito bom para ser verdade!” Eu tinha 43 kilos, era muito magra.





Tudo era novo na vida de casada, além dos problemas de ciúmes, era a minha primeira experiência com um homem. Havíamos nós conhecido pouco, ele trabalhava muito e quase não tinha condições de dedicar um dia na semana para nos conhecermos melhor.





Eu tinha a plena certeza de que ele era o homem da minha vida, e cada dia eu me apaixonava mais. Porém, a paixão não pode estruturar esse casamento, e nem criar uma base sólida.





O que aconteceu para que eu começasse a amá-lo?





Os problemas começaram a tornar-se grandes, como aqueles ciúmes que eu tinha, e também foram existindo outros problemas no trabalho. Eu e ele, tivemos que aprender a reconhecer nossos próprios erros.

Existe em cada ser humano algo em comum: o egoísmo.





---Nós lutamos apenas para satisfazer os nossos próprios desejos e caprichos. ---





Exigimos que o nosso parceiro faça tudo aquilo que queremos, não importa quem nós estamos “supostamente” amando, queremos que ele dê compreensão, atenção, que ele peça perdão e etc...





Nunca pensamos primeiramente que temos que tomar a atitude de mudar. É sempre ele que tem que dar primeiro passo, para que então eu me sinta completa e amada.





Onde entra então o meu lado, a minha parcela nisso tudo?





Você acha que temos condição de sentir-nos amadas impondo algo a ele? O que nós queremos? Algo feito por mera obrigação ou que ele faça de livre e espontânea vontade?





Na verdade, aprendemos com a nossa sociedade que o amor tem que esperar receber, para poder então amar!Porém, quando nascemos, recebemos o amor, a atenção total da nossa mãe, sem ao menos podermos dar algo em troca. Ela tolerou todas as nossas choradeiras e todo o exaustivo processo da gestação, sem nos cobrar nada do que ela queria em troca, porque éramos um bebê puro.





Assim também vejo o amor. O amor não é conquistado de uma hora para outra, estando apenas longe, como acontecia quando éramos namorados. Mas quando assumimos um compromisso e cumprimos o papel que nos é devido de dar primeiro, para depois receber, então podemos dizer que amamos e também podemos exigir, porque cumprimos com todos os nosso esforços.





Será que você tem cumprido com o seus esforços de dar para poder exigir?





Eu, agora posso dizer que aprendi a amar. Aprendi com os problemas, com meus erros e também com os erros dele. A medida que fui me desfazendo dos meus egoísmos, ele foi se desfazendo dos dele, naturalmente. Não o obriguei a mudar, mas obriguei a mim mesma a desfazer-me daquela natureza que tinha, para que então eu pudesse construir um amor sólido.





Hoje curto um casamento feliz e completo. Nada e ninguém tem o poder de destruir o que construímos até agora. O meu relacionamento com o meu marido é maravilhoso!. Me dá prazer estar ao lado dele, mesmo que as vezes ele não ceda naquele momento em que quero. Tenho toda paciência para esperar, porque o amo. Amo e sou amada.





Veja o quadro que criei para que você possa entender melhor.













PAIXÃO

Vive de Fantasia – ilusão

• Foge da realidade



Possessiva.

• Ciumenta.

• Idólatra.

• Pegajosa.



Carente.

• Insegura

• Duvidosa.

• Só quer receber.



Cobrança.

• Quer impor.

• Egoísta.

• Exigente



Orgulhoso

• Não pede ajuda

• Não pede perdão

• Não muda

AMOR

Verdade – realista

• Não foge, enfrenta seus erros.



Não Possessiva

• Não arde em ciúmes.

• Confiança.

• Respeita.



Certeza.

• Segura.

• Não duvidosa

• Dá primeiro



Paciência

• Respeita o espaço dele.

• Compreensiva.

• Reconhece que também é falho.



Humilde

• Pede ajuda

•Pede perdão e encara as consequências

• Muda.

A VIDA DE ESPOSA DE PASTOR

A esposa de pastor é aquela que fica nos bastidores. Ela é quem organiza tudo a fim de que seu esposo seja uma bênção de Deus para a Sua Igreja. Ela gasta todo o seu tempo certificando-se de que ele tem toda a ajuda e apoio em oração para desempenhar o seu papel.




Os sacrifícios da esposa do pastor vão além de quaisquer sacrifícios físicos ou financeiros. Ela sacrifica suas emoções e seus sentimentos para que o marido esteja preocupado somente com os problemas do povo. Não é nada fácil para ela, pois tem que enfrentar a solidão. Ela tem que lidar com seus próprios problemas sozinha e possuir força suficiente para superá-los com a ajuda do Espírito Santo. Essa é a razão pela qual ela tem um relacionamento com Deus que não se compara a nenhum outro – Ele é o seu melhor Amigo.



Seu marido não chega em casa depois das seis da tarde, mas depois das dez da noite. Não fica em casa nos finais de semana, mas tira algumas horas da semana para descansar. Não há planos para tirar férias, para feriados ou para momentos de lazer com a família. Na verdade, a esposa de pastor não pode sequer planejar algo, pois sua vida é como o vento: hoje está aqui, amanhã pode estar em outro lugar.



Em alguns casos, ela fica anos sem ver os pais, e ainda tem que suportar a dor do desapontamento deles em relação a ela por causa da sua “falta de consideração”. Se fica doente, tem que lutar para ficar boa logo porque, na batalha em que seu esposo está, ele não poderá parar para cuidar dela; além disso, ele precisa de sua ajuda 24 horas por dia. E ainda há aquelas esposas de pastor que renunciam o prazer da maternidade pois, dessa maneira, terão mais disponibilidade para o marido e para a Obra de Deus. Tais mulheres jamais carregarão seus próprios bebês nos braços ou verão o fruto de seu ventre.



A esposa de pastor não tem como reformar ou decorar sua casa, pois não tem moradia fixa. Tudo o que ela carrega são suas roupas e seu álbum de casamento. Ela pode estar morando num país lindo e, no dia seguinte, ser transferida para um país pobre; pode estar entre muitos amigos e, no dia seguinte, ser transferida para um lugar desconhecido onde o idioma lhe é completamente estranho e não há ninguém para levá-la para conhecer o lugar. Contudo, ela sempre encontrará pessoas que a menosprezam, achando que é insignificante na igreja.