30 de dezembro de 2009

               A Diferença entre a Galinha e a Águia
Nossa vida se assemelha mais à de uma águia ou à de uma galinha? Com qual nos identificamos melhor?

GALINHA

· Não voam.

· É caça.

· Olhos laterais.

· É alimento.

· Come restos.

· Domesticável.

· Medrosa

· Se sujeita a ficar presa

· Faz seu ninho ao nível do chão.

· Várias espécies.

· Só enxerga durante o dia.

· Ninho: pena e capim.

· Aceita mais de um galo.

· Morre cabisbaixa.



ÁGUIA

· Voam alto, muito alto.

· É caçadora.

· Olhos frontais.

· É devoradora.

· Não se alimenta de nada em decomposição.

· Selvagem.

· Corajosa.

· Não aceita ficar presa.

· Constrói seu ninho nos penhascos.

· Espécie rara.

· Vê durante o dia e durante a noite.

· Ninho: pena, capim e espinhos.

· Só aceita um macho durante toda a vida.

· Morre voando.



Conclusão



No quintal de minha casa havia uma galinha d’agola. Se alguém corresse atrás dela, mesmo que fosse uma criança, provocava o maior tumulto. A pobre coitada fugia, desnorteada, gritando:

“To fraca, to fraca, to fraca…”

É próprio da natureza da galinha ser fraca, indefesa. Sente-se facilmente ameaçada, com medo.

Já lhe ocorreu, leitor, que existe águia d’angola? Não. Não existe águia temerosa.

A águia é conhecida pela sua intrepidez e coragem. Ela não foge à luta. Não se acovarda.

Não se entrega os pontos ante circunstâncias adversas.

A águia é igualmente símbolo de liberdade. Não se sujeita ao cativeiro. Morre, mas não fica presa. “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou…” (Sl 5:1).



Olha que interessante



Nascemos em Cristo para voar. E voar alto.



À medida que os filhotes vão crescendo, a mãe águia vai retirando primeiro as penas depois o capim, para que os espinhos criem certo desconforto e eles alcem vôo.



Deus age da mesma forma conosco. Quando estamos bem acomodados no nosso ninho, ele, como a águia, retira as penas, as peles, o capim, os gravetos, e permite que os espinhos nos incomodem, para que alcemos vôo.



Quando chega o momento de o filhote aprender a voar, a mãe põe-no sobre a asa, sobe bem alto, e então se inclina, deixando-o escorregar. E lá vai o filhote descendo todo atrapalhado. De repente, a mãe desce como uma bala e posiciona-se abaixo dele para que pouse em suas asas. E repete esse ritual até que o filhote aprenda a voar.



“Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os filhotes, estende as suas asas e, tomando-os, os leva sobre elas”, assim o Senhor nos sustenta e, em caso de titubearmos, abriga-nos sob suas potentes asas. Ele está sempre por perto para nos socorrer. Suas asas são sempre o melhor e mais seguro abrigo.



“Cobrir-te-á com suas asas, sob suas asas estarás seguro…” (Sl 91:4).

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